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Andy Cowell comenta sobre suposta 'manobra' da Mercedes no motor de 2026

Andy Cowell comenta sobre suposta 'manobra' da Mercedes no motor de 2026

Resumo
Cowell comentou sobre a suposta manobra no motor de 2026. Com um ganho estimado de 0,3s por volta, fabricantes e FIA se reúnem em janeiro para resolver a polêmica e garantir a justiça esportiva.

O ex-chefe de motores da Mercedes, Andy Cowell, se pronunciou sobre a polêmica envolvendo uma suposta 'manobra' que permitiria taxas de compressão mais altas nas unidades de potência de 2026. Relatos sugerem que a Mercedes e a Red Bull Powertrains podem ter encontrado uma maneira de operar com uma taxa de 18:1, apesar do limite regulatório de 16:1, o que poderia desbloquear ganhos massivos de desempenho.

Por que isso importa:

A integridade do regulamento de 2026 já está sob escrutínio antes mesmo dos carros pisarem na pista. Uma vantagem de 0,3s por volta é decisiva na Fórmula 1, criando uma disparidade significativa se não for controlada. A situação sublinha a batalha constante entre inovação técnica e fiscalização, preparando o palco para um confronto tenso entre as equipes e o órgão governamental.

Os detalhes:

  • A Brecha: As regras atuais exigem uma taxa de compressão máxima de 16:1, mas a medição é realizada apenas nos boxes em temperatura ambiente. Não existe tecnologia atualmente capaz de medir a taxa enquanto o carro está em velocidade de corrida.
  • Impacto no Desempenho: Rodar com uma taxa de 18:1 vale, supostamente, 0,3s por volta. Em uma corrida de 58 voltas em Albert Park, essa vantagem totalizaria impressionantes 17,4 segundos.
  • Visão das Partes: Mattia Binotto, da Audi, defende o desenvolvimento de tecnologia para medir as taxas na pista. Por outro lado, Graeme Lowdon, da Cadillac, afirmou que sua equipe usará um motor 'totalmente legal'.
  • A Visão de Cowell: Agora na Aston Martin, Cowell observou que empurrar os limites é o padrão quando novos regulamentos chegam. Ele enfatizou que maximizar a taxa de compressão é fundamental para a eficiência térmica e que a FIA deve garantir uma interpretação equitativa das regras.

O que vem a seguir:

Está marcada uma reunião crítica entre fabricantes e a FIA para 22 de janeiro. Esta cúpula abordará a fiscalização dos limites de compressão e explorará soluções para fechar essa lacuna regulatória antes do início da temporada de 2026.

Artigo original :https://racingnews365.com/former-mercedes-chief-reacts-to-alleged-f1-engine-tric...

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