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Troca de pilotos da Red Bull no GP da Holândia evidencia vantagem de ter equipe irmã

Troca de pilotos da Red Bull no GP da Holândia evidencia vantagem de ter equipe irmã

Resumo
Red Bull promove Liam Lawson da Racing Bulls para o GP da Holanda, provando que ter uma equipe irmã facilita a substituição de pilotos com prontidão imediata.

A decisão da Red Bull de promover Liam Lawson, da equipe irmã Racing Bulls, para o GP da Holanda reacendeu o debate sobre os benefícios de se ter duas equipes sob a mesma gestão na F1.

Com Isack Hadjar fora de combate devido a uma fratura no pulso, Lawson assumiu o lugar ao lado de Max Verstappen, enquanto Yuki Tsunoda foi deslocado para preencher a vaga na Racing Bulls.

Por que isso importa

A manobra destaca a vantagem estrutural da Red Bull: a capacidade de convocar um piloto que já está habituado ao ritmo e às especificações dos carros atuais, em vez de depender de um reserva com pouca quilometragem.

Os detalhes

  • Lawson foi chamado após a lesão de Hadjar antes de Zandvoort, com Tsunoda promovido para correr ao lado de Arvid Lindblad.
  • Naomi Schiff, da Sky Sports, comentou no podcast Up To Speed: "Parece ser uma vantagem considerável poder colocar alguém que já está pilotando esses carros no momento".
  • Schiff observou que a Ferrari é a única outra equipe com uma opção similar através de Oliver Bearman. A Mercedes provavelmente usaria Fred Vesti, que não possui a mesma experiência recente em corrida.
  • Lawson terminou em sétimo lugar, somando seis pontos para a Red Bull.

O que vem a seguir

A condição de Hadjar para o GP da Itália ainda é incerta. Se ele não estiver pronto, Lawson poderá ter mais uma chance de impressionar — e de provar a profundidade do banco de talentos da estrutura de duas equipes da Red Bull.

Artigo original :https://www.motorsport.com/f1/news/naomi-schiff-points-to-red-bull-advantage-aft...

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